sábado, 28 de janeiro de 2017

Oito sintomas físicos de depressão além da tristeza


A depressão caracteriza-se como uma doença em que ocorrem desequilíbrios químicos dos chamados neurotransmissores. Essas substâncias são responsáveis por transportar as informações pela rede de neurônios de nosso cérebro - incluindo as sensações de prazer, serenidade, disposição e bem estar. "A depressão irá afetar neurotransmissores como serotonina, dopamina, noradrenalina e melatonina, que interferem justamente nesses sentimentos", afirma o psiquiatra Luis Gustavo Brasil, da Clínica Maia. Esse desequilíbrio químico pode desencadear uma série de respostas e em diversas funções do organismo, e as consequências são os sintomas que já conhecemos: tristeza, apatia, falta de motivação, dificuldade de concentração, pessimismo, insegurança e muitos outros.

Além dos sintomas psicológicos tão conhecidos da depressão existe um grupo de sensações físicas que também cursam com a doença. Se não for tratada, a depressão se agrava, causando sintomas que nem sempre são relacionados à doença. Confira algumas sensações físicas que podem acompanhar o quadro depressivo e quando buscar ajuda.

Problemas digestivos

Quando o individuo está em depressão, há uma baixa na produção dos neurotransmissores, como a serotonina e a noradrenalina. "Esses mediadores são responsáveis pela modulação da dor e também pelo equilíbrio emocional, portanto um paciente depressivo apresenta maior sensibilidade à dor", explica a psicóloga e psicanalista Priscila Gasparini Fernandes, da Universidade de São Paulo (USP).

A dor na parte gastrointestinal é muito comum em depressivos. Segundo a especialista, há muitas vezes a ocorrência da síndrome do intestino irritável, que causa dores abdominais, flatulência e mudanças do hábito intestinal. "Pacientes podem chegar ao gastroenterologista com esses sintomas e, após vários exames clínicos, são diagnosticados como de fundo emocional."

Mudanças no apetite e no peso

A depressão é frequentemente associada a transtornos alimentares. Isso porque a doença leva a alterações no apetite, podendo ocorrer a falta ou o excesso deste, culminando em perda ou ganho de peso. "As reações são individuais, é necessário apenas observar que o comportamento não está normal para aquela pessoa e orientá-la a buscar ajuda", explica a psicóloga Patricia.

A especialista ressalta ainda que quadros de anorexia e bulimia são diferentes de depressão, e como tal devem ser tratados separadamente. Há casos em que o paciente já diagnosticado com transtornos alimentares desenvolve um quadro depressivo, mas não se sabe quais são os gatilhos para essa relação. Portanto, é necessário prestar atenção tanto nas mudanças de apetite do paciente com suspeita de depressão quanto em sinais depressivos nas pessoas que já tratam transtornos alimentares.

Distúrbios do sono

Distúrbios do sono são bem comuns: ou o paciente dorme demais, buscando no sono uma fuga da realidade, ou não consegue dormir, por não conseguir se desligar dos problemas que o levaram a depressão. Em ambos os casos, o resultado é um sono de má qualidade. "O paciente não se recupera o suficiente para as atividades que deve exercer, o que explica a piora da do rendimento e da produtividade", lembra o psiquiatra Luis Gustavo Brasil, da Clínica Maia.

Tensão na nuca e nos ombros

Como consequência do processo de somatização, o paciente depressivo fica constantemente em estado de alerta - e isso se reflete em tensão na musculatura, principalmente da nuca e ombros. "A ansiedade e nervosismo para resolver as questões emocionais estão frequentemente associadas a esses sintomas", diz a psicóloga Priscila.

Cansaço ou fadiga

"A falta da produção adequada dos neurotransmissores serotonina, noradrenalina e dopamina gera uma prostração muito grande em pacientes", conta Priscila Gasparini Fernandes. O resultado são sintomas como fraqueza, cansaço, falta de ânimo e falta de iniciativa para executar qualquer atividade.

Mudanças no apetite e no peso

A depressão é frequentemente associada a transtornos alimentares. Isso porque a doença leva a alterações no apetite, podendo ocorrer a falta ou o excesso deste, culminando em perda ou ganho de peso. "As reações são individuais, é necessário apenas observar que o comportamento não está normal para aquela pessoa e orientá-la a buscar ajuda", explica a psicóloga Patricia.

A especialista ressalta ainda que quadros de anorexia e bulimia são diferentes de depressão, e como tal devem ser tratados separadamente. Há casos em que o paciente já diagnosticado com transtornos alimentares desenvolve um quadro depressivo, mas não se sabe quais são os gatilhos para essa relação. Portanto, é necessário prestar atenção tanto nas mudanças de apetite do paciente com suspeita de depressão quanto em sinais depressivos nas pessoas que já tratam transtornos alimentares.

Dores no corpo

Pacientes com depressão muitas vezes se queixam de dores generalizadas e persistentes no corpo todo, principalmente nas costas e peito. "Os sintomas de fadiga e cansaço próprios do quadro depressivo acabam comprometendo uma postura adequada quando o indivíduo tenta realizar suas atividades diárias, piorando a sensação de tensão e dores musculares", explica psiquiatra Luis. Sedentarismo e a falta de atividades físicas podem tornar o quadro ainda mais intenso.

Imunidade baixa

A depressão leva o indivíduo à prostração - ele não se sente bem fisicamente e mentalmente. Isso pode, de maneira indireta, interferir na imunidade. "Ocorre uma liberação descontrolada de hormônios quando não estamos bem emocionalmente, afetando as células de defesa", diz Priscila Gasparini Fernandes. Além disso, a tristeza e falta de iniciativa para realizar atividades pode fazer com que o paciente não tome os devidos cuidados com a saúde, adotando comportamentos de risco como ingestão excessiva de álcool, tabagismo, uso de drogas, má alimentação e sedentarismo - todos fatores que interferem diretamente na imunidade, deixando o indivíduo mais vulnerável a infecções oportunistas, como gripes, resfriados e herpes.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Psicologia infantil - Psicologo criança - Psicologo Infantil

 
psicologia infantil
Todos nós , em algum momento na vida, podemos passar por crises, o que não significa que seja preciso consultar um psicologo sistematicamente. Podemos contar muitas vezes apenas com o suporte de parentes e amigos para superar um momento difícil. 
Mas quando o suporte de pessoas próxima não é suficiente ou a situação parece insolúvel, então o acompanhamento com o psicologo pode ajudar a esclarecer as razões de nossas dificuldades e a modificar nossos comportamentos.
Algumas pessoas hesitam em consultar um psicólogo ou psiquiatra porque desejam resolver seus problemas sozinhas ou se sentem culpadas por estar em dificuldade. Outras, envergonham-se do que sentem e preocupam-se com o que os outros podem pensar se procurarem ajuda. O caminho percorrido até o psicologo pode ser cheio de ambivalências. E, no entanto, consultar um profissional da psicologia pode ser importante para seu bem estar.
Psicólogos e psiquiatras atendem freqüentemente pessoas que passam por um momento de crise no relacionamento conjugal ou familiar, apresentam problemas de desempenho ou vivenciam um luto; e ainda, pessoas que buscam encontrar seus próprios caminhos, ter maior autonomia na relação com os outros ou melhorar sua qualidade de vida.
O papel do psicologo consiste em analisar a história de vida da pessoa, esclarecer uma situação, dar suporte e acompanhá-la a fim de auxiliar na superação de uma crise e proporcionar o desenvolvimento de potencialidades e crescimento pessoal de seu paciente. 

>> Quando buscar ajuda de um psicologo para meu filho ( psicologia infantil ) ?
Muitos adultos têm dúvidas sobre a necessidade de buscar psicoterapia para seu filho ( psicologia infantil ). Embora as crianças manifestem em geral comportamentos que indicam quando algo não está bem, a grande maioria dos pais reluta em procurar ajuda de um psicologo infantil. Os pais tendem a pensar que a criança esta passando apenas por uma fase, que sera superada sozinha. Ou se sentirem culpados, receosos de que a terapia com o psicologo para crianças possa apontar que eles têm alguma responsabilidade pelo sofrimento de seus filhos.
Realmente não é fácil julgar o momento apropriado para levar uma criança à psicoterapia. Muitos adolescentes iniciam um acompanhamento com psicologo por vontade própria. E algumas crianças podem pedir ocasionalmente para ver alguém. No entanto, é a escola que costuma ser a primeira a notar mudanças de comportamento e solicitar um encaminhamento para psicologio infantil. Os primeiros sinais de problemas incluem a hiperatividade, a dificuldade de concentração, a agressividade, o comportamento inadequado, a dificuldade em brincar com outras crianças e ansiedade da separação e social. Estes comportamentos podem comprometer o desempenho escolar da criança e sua vida familiar.
Certamente, nem todos os conflitos da criança merecem acompanhamento da psicologia infanti , mas se seu filho parece precisar de ajuda, você deve consultar um profissional da psicologia. O psicologo infantil poderá determinar se as dificuldades apresentadas por ele necessitam ou não de uma intervenção. Em alguns casos, o problema pode ser superado apenas com uma orientação aos pais e professores. Ou com uma breve psicoterapia. 
Solicite ao pediatra ou à professora de seu filho a indicação de um psicologo infantil.

>> Como é realizada a psicologia infantil ?
Durante a psicoterapia, o psicólogo utiliza recursos lúdicos para compreender os sentimentos, angústias e fantasias que a criança expressa através das brincadeiras.Antes do início da psicoterapia, o psicólogo realiza entrevistas iniciais com os pais para reunir informações sobre a história da criança e da família.Após esse contato inicial, o psicólogo tem maiores condições de avaliar o número de sessões semanais (que varia de uma a quatro) necessárias com a criança bem como a trama familiar que pode estar envolvida nos sintomas expressos por ela. Iniciado o trabalho com a criança, as sessões ocorrem nos dias e horários estipulados, com duração de cinqüenta minutos cada. Além disso, ao longo da terapia infantil, são realizados encontros periódicos com os pais.

>> Quais os principais motivos da procura pela terapia para criança ( psicologia infantil ) ?
São varios os motivos que levam os pais a buscarem atendimento psicológico para seus filhos. Dentre os sintomas e queixas mais comuns (expressas pelos pais) podemos listar:
- Dificuldades de aprendizagem
- Enurese ou ecoprese diurna ou noturna
- Pesadelos, dificuldades para dormir
- Distúrbios alimentares, dentre outros.
- Agressividade em casa e na escola
- Hiperatividade, atrasos no desenvolvimento motor (atrasos para falar, andar, etc.)
>> Quais os beneficios trazidos pela psicologia infantil?
Por se sentir acolhida e compreendida no contexto terapêutico, a criança passa a comunicar através do lúdico suas dificuldades emocionais, apresentando melhora significativa em casa e na escola.
Além disso, caso a criança permaneça no atendimento com o psicologo o tempo necessário, terá maiores chances de se tornar um adolescente e, posteriormente, um adulto mais consciente de si e de seus próprios sentimentos e emoções.

>> Como ajudar uma pessoa que conheço?
Os psicologos costumam ser consultados por pessoas que estão em contato com alguém em dificuldade. O sofrimento psíquico sempre repercute em parentes e amigos próximos. Mas como posso ajudar uma pessoa que passa por problemas?
Você pode, antes de mais nada, demonstrar sua preocupação e perguntar se existe algo que possa fazer para ajudar. O mais importante é ajudar no que for possível, dar suporte afetivo e não deixar seu parente ou amigo se sentir sozinho.
O acompanhamento psicológico pode, eventualmente, esclarecer algumas situações difíceis, levantar possibilidades de encaminhamento para a pessoa e ajudar você a enfrentar este momento.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Amor não mata

Amor não mata, não machuca, não agride, não sufoca, não aprisiona, não denigre, não se ensoberbece, não tira o riso e não faz ninguém dono de ninguém. Hoje em dia o que mais vemos nos noticiários são pessoas que suicidam ou que matam a outra alegando amor, agridem por ciumes doentio, perseguem como se o outro fosse propriedade exclusiva, não aceitam o fim, não se dão chances de recomeços, não se colocam diante da vida para lutarem por si mesmo ao invés de se auto destruirem ou destruir o outro. É claro que o fim avisa quando chega, é claro que as pessoas percebem que não da mais, é claro que ninguém é pêgo de surpresa quando o negócio é aceitar que acabou, porque sentimentos também agonizam no coração, atitudes também demonstram que não dá mais e forçar o que não existe é se matar aos poucos. Não é fácil pra ninguém ter que se distanciar, mas pior é ter que deixar de respirar por um alguém que não te deu valor, pior é você abandonar sonhos, objetivos, pessoas que te amam verdadeiramente por alguém que não se importou, por um namoro que NÃO DEU CERTO. É doído o que falo, mas o que mata é o apêgo, são os sentimentos que ultrapassaram o limite do amor verdadeiro, o costume, o controle que foi perdido sob a vida do outro, a rejeição, o abandono, o medo de ficar sozinho(a), a possessão, e isto faz com que o outro se afaste e também faz com que a frustração te alcance e cause estragos irreparáveis. Hoje a dor pode ser grande, mas garanto a você, vai passar. Não deixe os medos nem os pensamentos ruins tomarem conta do seu coração, não tire a liberdade do outro, não se mate nem mate o outro por achar que ama porque isso não é amor. Se cuida, se ame, se valorize, se reestabeleça e deixe com que Deus construa em você uma nova pessoa, que lutou, que viveu, que chorou, que sofreu, mas que em tudo venceu.... você é capaz de dar a volta por cima ... você é capaz de muita coisa que nem sequer imagina..Salve-se...
 
 Cecilia Sfalsin


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Eu estou desistindo...

Eu estou desistindo de você e dessa nossa história que de tão complicada deu nó, isso aqui já me magoou demais. Desisto de tratar como prioridade alguém que insiste em ser nada. Eu quis, quis muito que desse certo, acho que eu nunca quis tanto algo como eu quis você, mas eu desisto. Desisto de esperar por alguém que sabe onde me encontrar, que me tem e faz tão pouco caso. 
Eu tenho perdido muito tempo com você e você não vale o efeito que causa, não vale as noites em claro, nem as minhas lágrimas. Eu fui melhor com você do que com qualquer outra pessoa e não há companhia no mundo que eu desejasse mais que a sua. Eu tentei, eu corri atrás, eu me importei, mas não era pra ser e eu não tenho mais tempo pra sofrer.
Mas eu só queria te lembrar que todas as coisas do mundo eu só queria que você tivesse ficado. Eu já fiz o que podia, disse o que precisava dizer, não há mais nada a fazer, depois de tantas idas e voltas, eu estou desistindo de você e colocando um fim no que não tem começo. Eu tenho um carinho infinito por você e sempre que alguém me perguntar qual foi a coisa mais complicada que já me aconteceu, eu vou lembrar de você. É que nenhum papo vai me prender como o teu, nenhum perfume vai ser tão bom, é claro que a sua falta vai me doer todos os dias e a saudade vai sempre aparecer me fazendo querer voltar, mas estou deixando pra lá, tentando esquecer, se importa se eu ir sem avisar? É que eu nunca fui boa com despedidas. Eu me amo o suficiente pra não me deixar sofrer por um sentimento não correspondido.
Eu só preciso dizer adeus e não olhar pra trás, só preciso ir e nunca mais voltar, pois percebo que não faço diferença.
Desejo que seja muito feliz, assim como eu quero ser e se um dia alguém perguntar por mim, diga apenas que não estou mais na sua vida, pq você não soube valorizar a mulher que teve.